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50 Factóides Que Pode Desconhecer Sobre África

Some Interesting Facts About Sub Saharan Africa
1
Em 2000–2006, o crescimento médio do PIB per capita na ASS foi 2%, um aumento relativamente a –0,7% em 1990–1999.
26
Na Guiné-Bissau, o valor acrescentado da agricultura é 60,3% do PIB; no Botswana é 1,7%.
2
A partir de meados de 1990, o crescimento dos países exportadores de petróleo foi mais de três vezes superior à taxa média de crescimento dos países não exportadores de petróleo.
27
Em Madagáscar, 30,6% do terreno arável é irrigado; na República Centro-Africana, República Democrática do Congo e Uganda é menos de 0,1%.
3
A probabilidade de um país africano estar a experimentar uma aceleração do crescimento subiu para 46% na última década, um aumento face a 21% na década anterior; a probabilidade de desaceleração do crescimento baixou para 12%, relativamente aos 36% anteriores.
28
As Maurícias têm a mais alta esperança de vida (73,2 anos); a Suazilândia a mais baixa (40,8 anos).
4
Há uma assimetria crescente do rendimento per capita entre os países e, consequentemente, a distribuição de rendimento está a tornar-se mais desigual: o rácio do rendimento entre os 10% mais ricos dos países e os 10% mais pobres dos países subiu de 10,5 em 1975 para 18,5 em 2005.
29
A partir de 2000, o Ruanda registou os maiores ganhos em esperança de vida, cerca de 5 anos; no Lesoto, a esperança de vida perdeu aproximadamente 6 anos.
5
PIB da ASS foi USD 744 000 milhões, o que correspondeu a 28% do PIB da China, 69% do Brasil, 74% da Rússia e 80% da Índia.
30
Os maiores números de casos clínicos de malária reportados entre 1999 e 2001 foram no Uganda (5,6 milhões); Gana (3,4 milhões); Moçambique (3,2 milhões); e Malawi (2,9 milhões).
6
As economias da África do Sul e da Nigéria compreendiam 56% do PIB da ASS.
31
Na Serra Leoa, duas mulheres morrem por cada 100 nados-vivos; nas Maurícias morrem 15 por cada 100 000 nados-vivos. (MDG 5).
7
As Seicheles têm o PIB per capita mais elevado (USD 7 005); a República Democrática do Congo o mais baixo (USD 91).
32
Em 2005, a ASS era um importador líquido de alimentos com um saldo negativo de USD 4600 milhões; Angola (–USD 805 milhões), Nigéria (–USD 1 700 milhões) e Senegal (–USD 700 milhões) estavam entre os países que apresentavam os défices mais altos nas trocas comerciais de alimentos, enquanto a Costa do Marfim (USD 1 900 milhões) e África do Sul (USD 935 milhões) contavam-se entre os que possuíam os maiores superávits no comércio de alimentos.
8
A África do Sul tem o maior PIB (USD 242 000 milhões); São Tomé e Príncipe tem o menor (USD 123 milhões).
33
No período de 2000–2006, 92% das mulheres das Seicheles eram alfabetizadas; sendo este valor de 13% no Chade e de 15% no Níger.
9
índice médio de diversificação das exportações na ASS é 2,2 (o índice mede o grau de diversificação das exportações: de 0, que é um valor baixo, até 100, que é alto).
34
A Libéria tem o rácio mais baixo de professor —aluno no ensino primário de 19; em Moçambique este rácio é de 67.
10
índice médio dos termos de troca foi 104,2 (o índice mede o movimento relativo dos preços das exportações e das importações; 2000=100).
35
Cabo Verde tem a taxa de matrículas escolares mais alta no ensino secundário (80%); Níger tem a mais baixa (11%).
11
7,1% é a percentagem média das exportações totais dos blocos dentro dos blocos de comércio na ASS. A Comunidade da África Oriental tem a quota mais alta dentro dos blocos de comércio (16,5%), enquanto a Comunidade Económica dos Estados da África Central tem a percentagem mais baixa (0,6%).
36
Em Madagáscar, 36% das crianças que entram no primeiro ano chegam ao quinto ano; nas Maurícias, 99% atingem este grau (MDG 2).
12
Em 2000–2006, o consumo per capita de energia eléctrica (kWh per capita) da África do Sul foi 4 847; da Etiópia foi 34,4.
37
Djibuti tem o mais baixo rácio líquido de matrículas no ensino primário (38%); o mais alto encontra-se em São Tomé e Príncipe (96%) (MDG 2).
13
A Nigéria tem a maior população (145 milhões); as Seicheles têm a menor população (100 mil).
38
No período de 2000–2006, as Seicheles tinham a taxa de literacia adulta mais alta (92%); Mali e Burquina Faso tinham a mais baixa (24%).
14
A Guiné-Bissau tem a taxa de fertilidade mais alta (nascimentos por mulher) (7,1); as Maurícias e as Seicheles têm a mais baixa (2,0).
39
Na África do Sul, 3% da população apresentava um consumo de energia alimentar inferior ao mínimo, em 2004; na Eritreia, essa deficiência situava-se em 75%. (MDG 1).
15
Uganda tem o maior rácio de dependência (rácio de dependentes: pessoas com menos de 15 anos e mais de 64 para a população em idade produtiva ‹entre os 15 e 64 anos)—(1,1); as Maurícias têm o rácio mais baixo (0,4).
40
Quase 40% das crianças com menos de cinco anos tinham peso abaixo do normal no Níger (39,9%); no Gabão, a percentagem é 8,8%. (MDG 1)
16
65% da população da ASS vive em zonas rurais; o Burundi tem a maior população rural (90%), enquanto o Djibuti tem a menor (13,5%).
41
A África do Sul tem 84 telemóveis por 100 pessoas; a Etiópia tem 1 por 100 pessoas.
17
43,3% da população da ASS tem idade compreendida entre 0 e 14 anos; o Uganda tem a quota mais alta nesta faixa de idade (49,3%) e as Maurícias a mais baixa (24%).
42
17,5 em cada 100 pessoas são assinantes de telemóveis na ASS, enquanto apenas 1,6 por 100 habitantes possui telefone fixo.
18
Níger tem a maior proporção da taxa de participação masculina (a percentagem da população entre os 15 e 64 anos que é economicamente activa, ou seja, todas as pessoas que fornecem mão-de-obra para a produção de bens e serviços, durante um período especificado) na força de trabalho das idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos (95,8%); a Namíbia tem a menor (64,4%).
43
Na Eritreia, 5% da população tem acesso a instalações sanitárias de melhor qualidade; nas Maurícias, esse acesso é de 94%. (MDG 7)
19
Burundi tem a proporção mais alta da taxa de participação feminina na força de trabalho com idades entre os 15 e 64 anos (93%); o Sudão tem a mais baixa (24,1%).
44
Na Libéria, praticamente ninguém tem acesso à Internet (0,03 por 100); nas Seicheles, a média é de 34 em cada 100 habitantes. (MDG 8).
20
A Costa do Marfim tem o maior hiato entre a taxa de participação no mercado de trabalho dos jovens do sexo masculino e do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 15 e 24 anos (50%); e o Burundi tem o menor (1,3%).
45
São precisos 7 dias para se começar um negócio em Madagáscar e nas Maurícias, e 233 dias na Guiné-Bissau. (IDA 10).
21
Os jovens constituem 36,9% da população em idade activa mas também representam 59,5% do total dos desempregados, valor muito superior ao da média mundial para 2005 (43,7 %).
46
O custo de lançamento de um negócio representa 5% da Renda Nacional Bruta per capita nas Maurícias e 1075% na Serra Leoa. (IDA 9)
22
Os jovens trabalham principalmente na agricultura, onde representam 65% do emprego total.
47
No Chade, 23% das crianças com um ano de idade são vacinadas contra o sarampo; nas Maurícias e Seicheles a taxa é de 99%. (MDG 4)
23
As crianças e os jovens começam a trabalhar cedo – um quarto das crianças com idades entre os 5 e 14 anos estão a trabalhar e, entre as crianças com idades compreendidas entre os 10 e 14 anos, estima-se que 31% estejam a trabalhar.
48
Na Serra Leoa, quase três crianças em cada dez morrem antes dos cinco anos (270 por mil nados-vivos); nas Seicheles, a taxa é de 13 por mil. (MDG 4, IDA 2)
24
Antes de terem atingido os 24 anos, a maior parte das mulheres já estavam casadas mas, em muitos países, chegam mesmo a casar-se ainda mais cedo: em Moçambique, 47% das mulheres casavam-se antes dos 19 anos; no Chade, 49%; na Guiné, 46%; no Mali, 50%; na Serra Leoa, 46%; e no Níger, 62%.
49
Na Etiópia, 6% dos partos são assistidos por pessoal qualificado; já nas Maurícias a taxa é de 99%. (MDG 5, IDA 4)
25
A maternidade ocorre muito cedo. Em 2003, em Moçambique, 58% da população feminina no grupo etário entre os 15 e 24 anos já tinha dado à luz pelo menos uma vez e 18% dos jovens do sexo masculino eram pais com estas idades. Estes números são respectivamente 57% e 17% no Malawi (2004); 57% e 7% no Níger (2006); 53% e 10% no Chade (2004); 47% e 15% no Uganda (2006); e 47% e 17% no Gabão (2000).
50
Vinte e sete países atingiram os Pontos de Decisão da PPME (HIPC), dos quais, 23 alcançaram os seus pontos de Conclusão da PPME e 4 ainda estão no estágio flutuante. (MDG 8).

Source: Africa Development Indicators (ADI) 2008

Os Indicadores de Desenvolvimento de África foram elaborados a partir, sobretudo, da ferramenta de reporte de dados do sistema Africa Live Database (LDB). Utilizando tecnologia de armazenamento de dados, o LDB recalcula instantaneamente todos os indicadores da Base de Dados Regional de África e agrega-os quando exista nova informação. Assim se garante que os dados mais recentes estejam reflectidos neste volume e nos futuros.

O Banco Mundial (BM/WB) forneceu dados sobre contas nacionais, balança de pagamentos, comércio, preços e finanças públicas, dívida externa (WB Debt reporting System – Sistema de Reporte da Dívida do Banco Mundial), ambiente regulador da actividade económica (Doing Business), clima de investimento (Inquéritos às Empresas), PPME (unidade PPME do BM/WB HIPC unit) e Bem-Estar das Famílias (Programa de Indicadores Harmonizados Baseados em Levantamentos /Survey-based Harmonized Indicators Program). Somam-se ainda as informações prestadas pelos funcionários do Banco Mundial sobre os países, aspectos económicos ou sectoriais da sua especialidade.

O FMI forneceu dados sobre moeda, banca e, em alguns casos, sobre o comércio. Os capítulos sobre energia, comunicações e transportes e indicadores sociais colhem as informações nos Indicadores de Desenvolvimento Mundial do Banco Mundial e nas bases de dados das agências das Nações Unidas. Uma parte dos dados sobre transportes e comunicações foi prestada pela Road Federation and International Telecommunication Union. A ONUSIDA forneceu os dados sobre VIH/SIDA. O World Resources Institute forneceu dados relativos ao ambiente. A OIT contribuiu com os dados sobre trabalho enquanto a OCDE fornecia dados sobre fluxos da ajuda e as três exportações principais. Os dados sobre alimentos e agricultura, maquinaria agrícola (tractores), produção de cereais e entregas da ajuda, irrigação, adubos e terra arável são fornecidos pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Anuário da Produção (Production Yearbook) e arquivos de dados. Os dados referentes a temperaturas e pluviosidade são do International Research Institute, fundamentados na base de dados da Climate Research Unit. Os dados sobre seca e cheias são extraídos da Base de Dados da International Emergency Disasters. O sistema de World Integrated Trade Solution forneceu dados sobre tarifas.

Para maiores informações sobre os Indicadores de Desenvolvimento de África e seus produtos, visite www.worldbank.org/africa. Você pode também nos enviar email: ADI@worldbank.org.



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