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Fazendo negócios em 2009: O Leste Asiático ganha impulso em reformas regulamentares

a China e a Tailândia introduzem melhorias-chave e Cingapura lidera as classificações globais

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Leste Asiático e Pacífico
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WASHINGTON, D.C., 10 de setembro de 2008 – Neste ano o Leste Asiático e Pacífico tiveram o maior impulso entre as regiões reformadoras de regulamentações de negócios, de acordo com o Doing Business (Fazendo Negócios) – o sexto em uma série anual de relatórios publicados pela IFC e pelo Banco Mundial. O novo relatório identifica 26 reformas  entre junho de 2007 junho de 2008 que tornam mais fácil fazer negócios em 24 economias de toda a região.

Entre os grandes mercados emergentes, a China esteve à frente com reformas que tornam mais fácil o acesso ao crédito, pagamento de impostos e execução de contratos. Entre outras principais economias da região em matéria de regulamentação de negócios figuram a Tailândia, Camboja e Malásia. As melhorias facilitaram o pagamento de impostos, abertura de uma empresa, comércio internacional e registro de propriedade. Esses países também tomaram medidas para proteger investidores, melhorar os procedimentos de falência e fortalecer os direitos jurídicos dos credores e mutuários. A nova lei de transações com garântias do Camboja transformou esse país na economia pioneira em facilitar o acesso ao crédito.

O Doing Business classifica economias com base em 10 indicadores de regulamentação de negócios que registram o tempo e o custo para atender aos requisitos governamentais para abrir e fazer funcionar uma empresa,  comércio internacional e fechar um negócio. As classificações não refletem áreas tais como políticas macroeconômicas, qualidade da infra-estrutura, volatilidade da moeda, percepções dos investidores ou taxas de criminalidade.

Pelo terceiro ano consecutivo Cingapura lidera as classificações de facilidade regulamentar global para fazer negócios. A Nova Zelândia ocupa a segunda posição, vindo os Estados Unidos em terceiro lugar. Hong Kong (China) mantém o quarto lugar, ao passo que a Tailândia passou para o 13° e a Malásia para o 20°.

“Os países da região estão claramente comprometidos a reformar”, afirmou Dahlia Khalifa, co-autora do relatório. “Independentemente de sua etapa de desenvolvimento econômico, estão reconhecendo o papel que a reforma regulamentar pode desempenhar em manter-se competitivo, impulsionando ao mesmo tempo o empresariado e a criação de empregos”, acrescentou.

Entre as regiões, a Europa Oriental e a Ásia Central lideraram em reformas pelo quinto ano consecutivo. As reformas tem se espalhado para o leste e novos países desta região entraram agora na lista dos principais reformadores. Os 10 principais reformadores são, por ordem: Azerbaijão, Albânia, República do Quirguistão, Bielo-Rússia, Senegal, Burkina Faso, Botsuana, Colômbia, República Dominicana e Egito.

“As economias precisam de normas eficientes, fáceis de usar e acessíveis para todos aqueles que as utilizem. Caso contrário, as empresas ficam presas nas armadilhas da economia informal e não-regulamentada, onde têm menos acesso ao financiamento e contratam menos trabalhadores e onde estes, por sua vez, não têm a proteção das leis trabalhistas”, disse Michael Klein, Vice-Presidente de Desenvolvimento dos Setores Financeiro e Privado do Banco Mundial/IFC. “O Doing Business incentiva as boas normas e  este mérito é uma base melhor para empresas saudáveis do que o ‘favoritismo, clientelismo’”, acrescentou.

O Doing Business classifica 181 economias em termos de facilidade geral para fazer negócios. As 25 principais são, por ordem: Cingapura, Nova Zelândia, Estados Unidos, Hong Kong (China), Dinamarca, Reino Unido, Irlanda, Canadá, Austrália, Noruega, Islândia, Japão, Tailândia, Finlândia, Geórgia, Arábia Saudita, Suécia, Bahrein, Bélgica, Malásia, Suíça, Estônia, Coréia, Ilhas Maurício e Alemanha.




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