No inÃcio do novo milénio, o Banco Mundial vê a participação da Sociedade Civil (SC) como central para o processo de desenvolvimento. O Banco coloca o princÃpio da participação no núcleo das estratégia da redução da pobreza que estão sendo desenvolvidas por seus membros e de suas próprias estratégias de auxÃlio à queles devedores.
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Porque o desenvolvimento bem sucedido depende de uma participação intensa de governos e comunidades em seus projetos e programas, o Banco Mundial incentiva seus governos-cliente a trabalhar junto de Organizações Não Governamentais (ONGs) e da Sociedade Civil (OSCs) para reforçar a participação dos próprios cidadãos que estão sendo afectados por projectos financiados pelo Banco. Adicionalmente, uma grande maioria dos projetos financiados pelo Banco Mundial envolve agora a participação de OSCs e todas as estratégias de paÃs do Banco beneficiam-se de consultas a NGOs. Um grupo de especialistas em sociedade civil foi criado dentro do Banco, alguns dos quais foram desdobradas por mais de 70 missões residentes do Banco em paÃses em desenvolvimento para facilitar o acoplamento da sociedade civil com o trabalho do Banco.
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Hoje, OSCs locais e nacionais colaboram em larga escala e em actividades económicas e sectoriais do Banco em seus paÃses e colaboram nas avaliações da pobreza, planos de acção ambientais nacionais, e outras ferramentas analÃticas chave. Participam também cada vez mais activamente em debates de polÃtica em nÃvel nacional em tópicos como género, ambiente, desenvolvimento económico, e despesas públicas. Nas polÃticas da protecção do Banco para o ambiente, povos indÃgenas e as comunidades relocadas há agora provisões para a participação da comunidade em operações do Banco. Significativamente, à medida que a participação da sociedade civil no desenvolvimento de projectos aumentou, os resultados dos projectos se tornaram mais satisfatórios.
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