WASHINGTON, 24 de outubro de 2008 – A Vice-Presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, Pamela Cox, anunciou hoje a nomeação de Makhtar Diop como o novo Diretor do Banco Mundial para o Brasil, a partir de 1º de janeiro de 2009.
Ex-Ministro das Finanças do Senegal, Makhtar Diop ingressou no Banco Mundial em 2001 como Diretor para o Quênia, Eritréia e Somália. Após a conclusão do mandato, ele foi nomeado Diretor do Departamento de Finanças, Setor Privado e Infra-estrutura da Vice-Presidência para América Latina e Caribe do Banco Mundial. Antes de ser escolhido para o cargo no Brasil, ele trabalhava como Diretor de Estratégia e Operações para a América Latina e o Caribe.
“O Sr. Diop trabalhará estreitamente com as autoridades brasileiras e outros atores para facilitar o desenvolvimento de soluções inovadoras que respondam à s prioridades do PaÃs e promover o crescente papel global do Brasil e a cooperação Sul-Sul†disse Cox. “Ele definirá a estratégia e o programa do Banco no Brasil, e liderará a equipe da organização no PaÃsâ€.
Os Diretores para paÃses ficam baseados nos próprios paÃses e são responsáveis pelos programas locais do Banco Mundial. Makhtar Diop ficará lotado em BrasÃlia e sucederá o Sr. John Briscoe, que está se aposentando após uma notável carreira no Banco Mundial.
O Brasil é o maior parceiro do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), com uma média de US$ 1,4 bilhão em novos empréstimos por ano nos últimos cinco anos. Os investimentos lÃquidos do Banco no Brasil somam US$ 6.2 bilhões.
O Banco Mundial apóia o crescente papel do Brasil para o desenvolvimento internacional, especialmente em áreas como comércio internacional, mudanças climáticas, cooperação Sul-Sul e assistência aos paÃses mais pobres. O Banco e o Brasil estão trabalhando intensamente para assegurar que a voz do PaÃs seja ouvida e sua experiência seja compartilhada como contribuição ao desenvolvimento global. Recentemente, o Presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, enfatizou em discurso que Brasil, México e outras economias emergentes devem fazer parte de um novo Grupo de Coordenação voltado para a solução de questões globais, como crises financeiras, junto com o G-7 (grupo dos paÃses mais ricos).
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