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O Banco Mundial e seus parceiros comprometem-se a fazer uma declaração para combater a corrupção global

Available in: العربية, Français, English, Español
Press Release No:2011/423/INT

 

As autoridades encarregadas da execução da lei reúnem-se no Banco Mundial para melhorar o combate à corrupção

 

 

WASHINGTON, 13 de abril de 2011 – Autoridades encarregadas da execução da lei do mundo inteiro, reunidas no Banco Mundial, endossaram hoje uma declaração de princípios para avançar os esforços internacionais destinados a combater a corrupção global.  A declaração descreve as prioridades da execução, dando ênfase ao uso impróprio ou desvio de recursos do desenvolvimento, oportunidades para atividades de investigação conjunta ou paralela, desenvolvimento de sistemas de intercâmbio de informações e práticas para prevenir e penalizar a corrupção.

 

Robert B. Zoellick, Presidente do Grupo Banco Mundial afirmou: “A corrupção rouba dos pobres, arruína a concorrência justa, deforma a alocação de recursos, destrói a confiança pública e solapa o regime de direito.  Esta declaração pode ajudar a criar um impulso para uma resposta internacional coordenada destinada a combater as diversas formas de corrupção que impedem o progresso econômico e social nos países desenvolvidos, emergentes e em desenvolvimento.”

 

A declaração foi endossada em uma discussão de mesa-redonda que contou com os seguintes painelistas: Sr. Zoellick;  Luis Moreno-Ocampo, Promotor Público, Tribunal Penal Internacional; Richard Alderman, Diretor, Escritório de Fraudes Graves (Reino Unido); Boon Hui Khoo, Presidente, INTERPOL; Giovanni Kessler, Diretor-Geral, Escritório Europeu de Combate à Fraude (OLAF); Kevin Perkins, Diretor Adjunto, Divisão de Investigação Criminal, FBI (EUA); e Benjamin Zymler, Ministro, Tribunal de Contas da União (Brasil).

 

Na reunião o Banco Mundial e seus parceiros concordaram em que a cooperação e a disposição de trabalhar em conjunto entre autoridades de investigação e promotorias públicas são elementos críticos para se ter êxito no combate ao crime e à corrupção. 

 

“O combate ao crime e à corrupção depende de uma sólida liderança, inovação e perseverança por parte dos principais órgãos de execução da lei no mundo inteiro, tanto nos países como nas organizações internacionais,” afirmou Leonard McCarthy, Vice-Presidente de Integridade do Banco Mundial.  “A nossa reunião de hoje com os chefes das organizações internacionais de execução da lei é parte do impulso iniciado com o lançamento da Aliança Internacional de Caçadores da Corrupção, que identificou a corrupção como um desafio prioritário que impede o crescimento e o desenvolvimento,” afirmou ele.

 

A declaração, conhecida como “Declaração dos Princípios Acordados para uma Execução Eficaz Global  de Combate à Corrupção”, enfatiza a assistência técnica e a cooperação internacional na gestão das investigações de corrupção como elementos críticos para reforçar o combate ao crime e à corrupção. 

 

Resultados da Integridade do Banco Mundial no Exercício Financeiro de 12010

Em matéria de investigação, o recente trabalhodo Escritório de Integridade do Banco Mundial (INT) incluiu o seguinte:

·      117 investigações no EF10, com 45 exclusões de firmas e indivíduos participantes de atividades ilícitas.

·      Um acordo de exclusão tranversal de bancos multilaterais de desenvolvimento (BMDs): Empresas declarada pelo Banco Mundial como excluídas de contratos com outros BMDs.

·      Casos de grande destaque (exclusão da MacMillan; a Siemens AG pagou US$ 100 milhões para apoiar esfoços globais de combate à corrupção).

·      An Aliança Internacional de Caçadores da Corrupção que reúne 286 autoridaes de alto nível de execução da lei e combate à corrupção de 134 países

 

Contatos:

Em Washington:  Dina El Naggar, + 1 (202) 473 3245, delnaggar@worldbank.org 

Para pedidos de radiodifusão:  Natalia Cieslik, +1 (202) 458-9369,  ncieslik@worldbank.org 

 

Para obter informações mais detalhadas, favor consultar o website www.worldbank.org. 

 

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