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Notícias sobre Governança no Instituto do Banco Mundial (WBI)

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EM PORTUGUÊS

Questões sociais exigem solução urgente na China
(Jornal O Globo, Rio de Janiero, Brazil, January 27, 2006)

O sucesso da China - a economia que mais se expande no mundo - esconde uma realidade potencialmente explosiva: o crescente fosso entre chineses pobres e ricos. Só no ano passado, houve mais de 74 mil protestos, em parte devido a conflitos sobre direitos da terra e corrupção. Essa foi a preocupação de um debate ontem no Fórum Econômico Mundial, em Davos... Já Hu Shuli, editor da revista chinesa “Caijing Magazine”, enfatizou a dimensão política por trás dos protestos no campo: corrupção. Daniel Kaufmann, diretor de Programas Globais do Instituto do Banco Mundial, listou medidas que a China precisa tomar contra a corrupção: Judiciário independente e investigações consistentes dos casos de corrupção; diminuir a interferência regulatória do Estado nos negócios; maior transparência nos governos e liberdade de imprensa; e monitoramento nas províncias.

Corrupção ameaça entrada de países em desenvovimento na liga dos ricos
(BBC - Brasil, 17 October, 2005)

A corrupção pode impedir as perspectivas de crescimento acelerado dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) – o grupo de países em desenvolvimento que têm mais chances de entrar para o clube das maiores economias do mundo nas próximas décadas, segundo a previsão dominante entre os analistas internacionais...O economista Daniel Kaufman, diretor dos programas de governança do banco, disse à correspondente da BBC Brasil em Washington, Denize Baccocina, que o combate à corrupção é crucial para que esses países consigam entrar no mundo dos países ricos.

Para Bird, combate à corrupção pode triplicar renda by
(BBC - Brasil, 17 October, 2005)

Uma melhora "substantiva" no controle da corrupção pode levar um país a triplicar a renda média da população, diz o economista Daniel Kaufman, diretor dos programas de governança do Banco Mundial... Segundo Kaufman, o combate à corrupção é fundamental para que os chamados BRICs (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) entrem "no clube dos países mais ricos".

Sem aulas
(Jornal O Mossoroense, Mossoro, Rio Grande do Norte, Brasil, 09 September 2005)

Intermediário- Para quem acha que o Brasil se mantém na ponta entre os países que se destacam pela prática da corrupção, o chefe da delegação do Banco Mundial no 4° Fórum Global de Combate à Corrupção, Daniel Kaufmann, afirma que o país ocupa posição intermediária na escala que mede os níveis de corrupção em 205 países do mundo...

Pronunciamento em fase de revisão e indexação
(Portal Legislativo do Senado Federal do Brasil, Brasilia, Brasil, 06 September 2005)

No artigo intitulado "Dez mitos sobre o governo e a corrupção", publicado na revista Finanças & Desenvolvimento, do Fundo Monetário Internacional (FMI), o economista do Banco Mundial, Daniel Kaufmann afirma que a corrupção dos governos é o principal motivo do baixo crescimento econômico dos países do terceiro mundo, entre eles o Brasil...

Indianas pagam propina para ver filhos
(Empresa Folha da Manhã, São Paulo, Brasil, 03 September 2005)
(Precisa de assinar)

O doloroso processo do parto havia terminado, e Nesam Velankanni estava esperando a enfermeira colocar seu recém-nascido sobre seu peito. Foi então que teve início o ritual de extorsão da maternidade...De acordo com uma pesquisa financiada pelo Instituto do Banco Mundial, o órgão educacional e de pesquisas subordinado ao banco, atos como esse, de corrupção em pequena escala, funcionam como um imposto regressivo oculto. Na Zâmbia, por exemplo, os pobres gastam 17% de sua renda em propinas para terem acesso ao atendimento médico, enquanto a classe média desembolsa apenas 3%. As cifras comparáveis para o Paraguai são de 7% para os pobres e apenas 1% no caso da classe média.

"Não apenas os pobres pagam uma parte muito maior de sua renda para ter acesso ao mesmo atendimento médico que as classes média e rica como também são desencorajados de procurar um atendimento médico básico, pelo fato de não terem condições financeiras para fazê-lo", disse o diretor de programas globais do Instituto, Daniel Kaufmann.

Fim da corrupção colocaria Portugal ao nível da Finlândia
(Portugal Diário, Lisboa, Portugal, 30 August 2005)

«Dez mitos sobre a governação e corrupção» aponta o caminho para o desenvolvimento e garante que a diminuição da corrupção poderia pôr Portugal na senda do desenvolvimento, ao mesmo nível da Finlândia.

Daniel Kaufmann, director dos Programas Globais do Instituto do Banco Mundial, apresenta esta tese num artigo publicado na revista trimestral do Fundo Monetário Internacional, «Finance and Development», também divulgada na internet...Segundo Kaufman, governação e corrupção não podem ser mensurados. Mas o Banco Mundial reuniu em base de dados indicadores de governação de mais de 200 países, constituidos por mais de 350 variáveis obtidos por dezenas de instituições por todo o mundo.

Corrupção: Melhor controlo colocaria Portugal ao nível da Finlândia
(Diário Económico, Lisboa, Portugal, 29 August 2005) &

(Agência Lusa, 29 August 2005)

Um director do Banco Mundial (BM) defende que u m melhor controlo da corrupção em Portugal colocaria o país ao nível da Finlândi a em termos de desenvolvimento, em artigo divulgado hoje pelo Fundo Monetário In ternacional (FMI).

Daniel Kaufmann defende esta tese em texto publicado na revista trimest ral do FMI, Finança & Desenvolvimento, divulgado no endereço electrónico da inst ituição..."A pesquisa mostra que em geral os países podem extrair um muito grande 'dividendo de desenvolvimento' da melhoria da governância", indica Kaufmann.

Bom momento?
(Revista Desafios do Desenvolvimento, São Paulo, Brasil, 04 August 2005)

A opinião é de Daniel Kaufmann, diretor de governança global do Banco Mundial. Ao participar de um evento em Santiago, capital do Chile, o executivo lamentou o estágio atrasado em que a América Latina se encontra em matéria de transparência e controle da corrupção, diferentemente dos avanços que acontecem em outros pontos do globo, tal como na Europa do Leste...avalia Kaufmann, o mais importante é a forma como os governos reagem aos problemas.

A América Latina diante do desafio de uma maior transparência
(Universia Knowledge@Wharton, Santiago, Chile, 27 July 2005)
(Precisa de assinar)

“Tenho boas notícias: estamos sós.” Com essa frase irônica, Daniel Kaufmann, diretor de governança global do Banco Mundial, pretende chamar a atenção para a “mediocridade ou a paralisia” que se observa na América Latina em matéria de transparência e de controle da corrupção, diferentemente dos avanços registrados em outras zonas emergentes do mundo, como a Ásia e a Europa Central. O especialista em desenvolvimento econômico conversou com o Universia-Knowledge@Wharton durante o Fórum Global de Ex-Alunos da Wharton realizado pela primeira vez em Santiago do Chile em princípios de julho. Durante o evento, Kaufmann disse que a boa governança pode produzir melhoras significativas nos padrões de vida dos cidadãos dos países em desenvolvimento...Em primeiro lugar, Kaufmann considera de suma importância ter uma perspectiva global sobre o desafio que representam a corrupção e a falta de ética e transparência.

Brasil: Pressões morais e necessidades políticas
(NoticiasFinancieras
, São Paulo, Brasil, 24 June 2005)

É claro que essa tentativa de condenar um delito e absolver outro da mesma natureza não funciona na Justiça. Mas pode funcionar perante a opinião pública, o alvo preferencial do deputado. A corrupção tem uma carga moral que prevalece sobre a questão política e legal...Mesmo assim, há o sentimento e a certeza de que a impunidade ainda reina no vasto mundo da corrupção, não só no Brasil. Essa modalidade de crime organizado movimenta cerca de 1 trilhão de dólares ao ano em todo o mundo, destacou o representante do Banco Mundial, Daniel Kaufmann, no IV Forum Global de Combate á Corrupção, que reuniu 1.800 participantes de 103 países em Brasilia, de 7 a 10 de junho. Isso equivale a mais ou menos 3% do PIB mundial ou 70% a mais que o PIB brasileiro.

Kaufmann defende ações preventivas de combate à corrupção
(Presidencia da Republica, Brasilia, Brasil, 09 June 2005)

O diretor de Programas Globais e Governança do Instituto do Banco Mundial (Bird), Daniel Kaufmann, defendeu, nesta quinta-feira (08/06), que os países invistam mais em programas de prevenção à corrupção em vez de tomar apenas medidas corretivas, quase sempre, quando ocorre algum escândalo. “Estamos adotando muito mais medidas corretivas, sem nos preocupar tanto com as preventivas”, advertiu Kaufmann durante palestra no IV Fórum Global de Combate à Corrupção...Kaufmann aconselhou os países a adotarem meios próprios para tentar identificar a corrupção com o objetivo de facilitar o combate ao desvio de recursos públicos...

O governo acerta ao exigir o pregão eletrônico nas compras públicas
(Veja,
São Paulo, Brasil, 6 June 2005)

O combate à corrupção no Brasil depende de decisões firmes, mas nem sempre complexas...
...O próximo passo do governo é abrir os pregões às empresas internacionais. Hoje, elas precisam ter cadastro em alguma junta comercial brasileira, o que limita o universo de concorrentes estrangeiros. Completa Daniel Kaufmann, diretor de governança pública do Banco Mundial: "Tão vital quanto adotar o sistema eletrônico é abrir as compras governamentais ao exterior. Não adianta apenas ser eletrônico, é preciso acabar com a reserva de mercado para as empresas nacionais". O governo ainda está estudando essa mudança.

Brasil recebe Foro Mundial contra corrupção em meio a escândalos
(Agence France Presse, Paris, França, 5 June 2005)
(Subscription required for full access)

Brasília recebe a partir desta terça-feira o IV Foro Mundial de Combate à Corrupção, um mal que assola as democracias e que está em pleno debate no Brasil, onde os esforços para erradicá-lo esbarram nos hábitos políticos mais arcaicos do país. Sob o lema "Das palavras à ação", este Foro reunirá cerca de mil representantes de governos, especialistas, e ONGs. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abrirá os debates e assinará a Convenção da ONU contra a Corrupção, adotada em 2003. Esse mecanismo permitirá estreitar a cooperação contra uma indústria que todos os anos desvia cerca de um bilhão de dólares, segundo estimativas de Daniel Kaufmann, diretor do Instituto de Governabilidade do Banco Mundial, que estará presente em Brasília.

Bird: em matéria de governabilidade, Brasil está atrás de Chile e Botswana
(O Globo, Rio de Janeiro, Brasil, 10 May 2005)

"Está provado que o bom governo não é luxo apenas dos países ricos. Exemplos disso incluem Botswana, Chile, Eslovênia e os países bálticos (Letônia, Estônia, Lituânia), economias emergentes que já alcançaram um governo de alta qualidade", diz um trecho do estudo. Segundo Daniel Kaufmann, diretor de Governo Global do Instituto do Banco Mundial, que coordenou a pesquisa, uma das principais conclusões foi a de que é possível medir, concretamente, os benefícios da qualidade governamental:
"Vimos que quando o império da lei prevalece num país, o resultado é que a sua renda per capita aumenta em até 300% a longo prazo".

Bird põe País no 98.º lugar em qualidade de governo
(O Estado de São Paulo, Brasil, 10 May 2005)
(Subscription required for full access)

O Brasil ficou numa posição intermediária no relatório "A Importância da Governança, Novos Dados, Novos Desafios", do Banco Mundial, que mediu a qualidade da governança em 209 países: ocupou o 98.º lugar, mas, na América Latina, posicionou-se atrás apenas de Chile e Uruguai. O relatório mostrou que a qualidade da governança estagnou na grande maioria dos países ricos e pobres.

Administração pública não melhorou na América Latina, segundo BM
(Agencia EFE, Madrid, Espanha, 9 May 2005)
(Subscription required for full access)

A administração pública e a justiça não melhoraram na América Latina nos últimos oito anos, o que reduz seu potencial de crescimento econômico, segundo afirma o Banco Mundial (BM) em um relatório publicado nesta segunda-feira. Apesar de constatar essa falta de progresso geral, Daniel Kaufmann, diretor do programa sobre Boa Governança do Banco Mundial, enfatizou que há grandes diferenças dentro do continente.

Luta contra corrupção ficou estagnada na década
(Gazeta Mercantil, São Paulo, Brasil, 9 May 2005)
(Subscription required for full access)

Esse balanço em escala mundial, a partir de 1996, foi realizado com informações baseadas em seis critérios : o respeito aos direitos políticos, civis e humanos; respeito ao estado de direito; origem da corrupção; eficiência do poder público; instabilidade política e violência e a importância das regulamentações. "No geral, a melhoria da governança estancou no mundo", disse aos jornalistas o principal autor do informe, Daniel Kaufmann, diretor do programa Governança no Instituto do Banco Mundial.

"Mundo perde US$ 1 trilhão por ano em subornos, diz Bird"
(BBC, UK, 9 April 2004)

"Dados de estudo em andamento, divulgados pelo Banco Mundial nesta quinta-feira, indicam que mais de US$ 1 trilhão são pagos em atos de suborno todos os anos"

"Banco Mundial pede ação contra corrupção em governos"
(por Adriana Barrera, Universo Online (UOL) Ultimas Notícias, Brasil, 11 de dezembro de 2003)

"O Banco Mundial pediu na quarta-feira para os países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) ajudarem a acabar com os escândalos multimilionários de corrupção em governos. Cerca de 5..."

"Corrupção gira US$ 1,5 tri"
(JB Online, Rio de Janeiro, Brasil, 12 de dezembro de 2003)

"Pelo menos US$ 1,5 trilhão, ou 5% do PIB mundial, são desviados por ano, afirmou um especialista do Banco Mundial durante Convenção da ONU contra a Corrupção, que acontece na cidade mexicana de Mérida..."

Declaração do Chefe da Delegação do Banco Mundial na Conferência de Assinatura de Alto Nível Político para a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção, realizada em Mérida, Yucatan, México, 9-11 de dezembro de 2003 • Download em portugués (23 kb PDF) • Website Convenção (English and español)

"Países assinam acordo contra corrupção"
(
Veja,
São Paulo, Brasil, 11 de dezembro de 2003)

"A indústria da corrupção carrega um custo de cerca de 1,5 trilhão de dólares (4,4 trilhões de reais) por ano, o que representa cerca de 5% do PIB mundial. A estimativa foi divulgaga nesta quinta-feira pelo Banco Mundial..."

"Corrupção produz pobreza"
(article by Eduardo Salgado, VEJA,
São Paulo, Brasil, 27 de novembro 2002) [exclusiva para assinantes desta revista]

"Dois economistas do Banco Mundial, Daniel Kaufmann e Aart Kraay, elaboraram um banco de dados com indicadores de boa governança de 160 países, incluindo o..."

Possivel medir a corrupção?
(janeiro 2000 • D. Kaufmann (Este artigo está também disponível em inglês.)

Full text (88 kb PDF)Coméntarios contextuais breves e abordagem empírica preparado para apresentação ao Forum Econômico 2001 de Organização para a Segurança e Cooperação na Europa
(OSCE)—Bruxelas • 30–31 de janeiro de 2001 (88 kb PDF) "Bird vai mapear focos de corrupção em São Paulo, Brasil " (article by Marcus Lopes, O Estado de São Paulo, 17 de março de 2001)

"O Banco Mundial (Bird) vai auxiliar a Prefeitura de São Paulo no combate à corrupção na cidade. Ontem, a prefeita Marta Suplicy (PT) formalizou um acordo com dirigentes do banco para elaboração de um programa conjunto que deverá...

Novas fronteiras em Governança e Anticorrupção—Materials de apoio para as apresentações em São Paulo—15 de março de 2001 (717 kb PowerPoint) "O custo econômico de corrupção"
(by Eliana Giannella Simonetti and Denise Ramiro, Veja
, São Paulo, Brasil, 14 de março de 2001) [exclusiva para assinantes desta revista]

"Quando lançou sua cruzada mundialcontra a corrupção, há quatro anos, James D. Wolfensohn, presidente do Banco Mundial, comparou a roubalheira pública a um incêndio florestal..."

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